

Adeus no Cais
No cais o navio ia lentamente se afastando
Ouvíamos o lúgubre apito tocando Braços se erguiam num adeus Adeus que se repetia a cada ano Num renovar constante de esperança e ilusão No cais aqueles braços não se ergueram nunca mais Pois o viajante partiu para sempre Numa longa viagem sem despedida para Regiões muito distantes Muito além desta vida…..
fernandojorge
Enviado por fernandojorge em 24/05/2026
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